O Arquivo Nacional dispõe de uma oficina de restauro e encadernação, cujo objetivo é garantir a salvaguarda e conservação do valioso patrimônio arquivístico, bibliográfico e museológico existente da instituição.

A Conservação preventiva trata as causas da degradação dos documentos, na sua maioria constituídos de matéria orgânica (como o papel, couro, tecidos, etc.), adotando medidas preventivas de controlo. O para proteger os documentos dos fatores externos que podem afetá-los e retardar a inevitável deterioração devido ao seu envelhecimento.

Quando os documentos já se encontram deteriorados e danificados, a conservação curativa é adotada como medida. Compreende as ações diretamente sobre um documento, de maneira a parar ou estabilizar a degradação constatada e permitir assim, diminuir os riscos de desenvolvimento sobre o resto do acervo. Enquanto que a conservação preventiva age sobre as causas de degradações dos documentos, a conservação curativa trata os efeitos destas degradações: documentos com fungos, rasgados, frágeis, ácidos, etc. Assim, a conservação curativa consiste em interromper o processo de deterioração e fortalecer estruturalmente os documentos danificados. Isso pode incluir a consolidação de um rasgão, a desinfeção, no caso de uma infestação por fungos ou insetos, e a desacidificação do papel fabricado com pasta de madeira.

Para colmatar a falta de pessoal especializado nesta área, 2 técnicos do ANCV beneficiaram de uma formação na área de restauro, no Arquivo da Torre do Tombo.

Conservação Preventiva

Conservação Curativa

Restauro

Restaurado